Violando tumbas
Seguindo pela vida
Na vala profunda
Jaz minha querida
Me aproximo do cemitério
Observando se não há ninguém por perto
Na vida diária sou homem sério
Pulo o portão.
Encontro um jazigo
Que eu possa violar
Desenterro o corpo e tenho comigo
A parceira ideal para transar.
Ao abrir o caixão, o fétido odor da podridão
Rosto intumescido, carne pegajosa
Chegou a hora de satisfazer
Essa cadáver gostosa.
Abro suas nádegas sem dificuldade
O cú parece piscar, convidativo de verdade
Começo a penetrar, ouvindo minha mente gritar
Apertadinha ela, acho que logo vou gozar
Vermes passeiam pelo seu reto
Passam pelo meu membro até o saco escrotal
Eviscero-a, puxando o intestino para fora
Beijando e pentrando a terminação
Aperto para liberar o sangue morto
O liquido escorre pelas bordas
Perco o controle e espirro minha porra quente com voracidade.
Sensação sensacional
Não existe nada igual
Nada melhor do que se satisfazer
Com putrefação anal.